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    Parque Cultural Casa do Governador inaugura a primeira Árvore Solar do Espírito Santo

    Parque Cultural Casa do Governador inaugura a primeira Árvore Solar do Espírito Santo O projeto inovador, que fornece alternativas sustentáveis de geração de energia limpa, foi idealizado pelo Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento do Espírito Santo (CPID), em parceria com o Laboratório de Telecomunicações da Universidade Federal do Espírito Santo (LabTel/Ufes), e teve suas peças construídas em Iconha e Alfredo Chaves
    Por Redação WHPPR4 de julho de 2024Leitura de 4 minutos
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    Por Bruno Caetano, participante da Oficina de Jornalismo realizada pelo WhitepaperDocs em parceria com Sebrae/ES, MCI e FindesLab. 

    Os visitantes do Parque Cultural Casa do Governador agora têm a oportunidade de conhecer a Árvore Solar, um projeto que une inovação e tecnologia para gerar energia limpa. Essa iniciativa capixaba, idealizada pelo Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento do Espírito Santo (CPID), em parceria com o Laboratório de Telecomunicações da Universidade Federal do Espírito Santo (LabTel/Ufes), teve suas peças construídas em Iconha e Alfredo Chaves e oferece uma nova possibilidade de sustentabilidade e urbanismo inteligente para grandes cidades.

    A árvore solar, com seis metros de altura e 21 placas solares em formato de folhas alongadas, pode abastecer até duas casas. Sua capacidade de conversão de energia solar é três vezes maior por metro quadrado, podendo gerar até 300 quilowatt-hora por mês. Quem visitar o espaço poderá usar um aplicativo dedicado ainda a fornecer informações adicionais sobre o projeto e outras inovações tecnológicas.

    O coordenador do CPID, Paulo Rocha, explica que por ser um protótipo com funcionalidades que vão além de um sistema fotovoltaico tradicional, a Árvore Solar possui um alto valor agregado em aspectos culturais, tecnológicos e educacionais.

    A expectativa é que a Árvore Solar consiga atender à demanda energética do Parque Cultural Casa do Governador, além de oferecer à sociedade uma nova perspectiva sobre a produção de energia. A inspiração nas formas naturais e a aplicação de tecnologias de ponta mostram como é possível combinar sustentabilidade e inovação”, comenta.

    Foram cerca de dois anos para que um protótipo da árvore solar fosse desenvolvido. O valor recebido para criação e confecção da árvore veio de uma verba governamental liberada para o CPID – R$ 3 milhões, a serem diluídos em projetos de inovação durante dois anos. Os profissionais responsáveis por desenvolver a árvore solar também receberam um apoio financeiro da ArcelorMittal.

    A equipe responsável pelo projeto agora busca transformar a Árvore Solar em um produto comercializável em breve. Para alcançar essa meta, em setembro de 2023 foi feito o depósito de um pedido de patente no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), e atualmente o processo está em fase de análise.

    A escolha do Parque Cultural Casa do Governador como local de instalação da Árvore Solar não foi por acaso. O espaço, que já é um importante centro cultural do Estado, se torna agora um palco para a educação ambiental e a valorização da tecnologia. 

    A pesquisadora do CPID, Lohane Barcelos Palaoro, vê a escolha do local como uma oportunidade para promover informações sobre energias renováveis. “O projeto reflete nossa interação com o ambiente e a qualidade dos espaços construídos, além de introduzir uma abordagem inovadora na geração de energia elétrica, inspirada nas formas naturais”, explica.

    Fabricação no interior do ES

     processo de instalação começou com a conclusão dos projetos arquitetônicos, estruturais e elétrico fotovoltaico. A partir daí, as empresas responsáveis foram selecionadas para a execução.

    O coordenador do CPID, Paulo Rocha, conta que a produção no interior do Estado trouxe benefícios significativos. Ele explica que a escolha por essa localidade se deu pela falta de profissionais e empresas na Região Metropolitana da Grande Vitória capazes de atender às demandas do projeto. “A partir daí, a decisão gerou oportunidades econômicas e fortaleceu a economia local, além de promover a sustentabilidade ao evitar o envolvimento de empresas de fora do Estado”, destaca.

    Uma das empresas foi a DJA Metalúrgica, localizada em Iconha, Sul do Estado, encarregada  de fabricar a estrutura metálica e fundação de concreto armado, que posteriormente foram transportadas para o local de instalação. Essa logística eficiente reduz resíduos e tempo de trabalho no Parque Cultural.

    A Eccouni Engenharia, de Alfredo Chaves, foi responsável pela instalação e conexão  elétrica das folhas fotovoltaicas, que foram fabricadas pela empresa chinesa SolarBorn. O comissionamento e os testes também ficaram a cargo dessa empresa, garantindo que o sistema estivesse plenamente funcional.

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