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    ESX 2025

    China em alta velocidade: o que o Espírito Santo pode aprender com um dos maiores polos de inovação do mundo
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    A inovação como política pública e o pensamento coletivista impulsionam o avanço tecnológico e oferecem valiosas lições para o desenvolvimento capixaba. Carla Mayumi, palestrante do ESX 2025, falou sobre como a lógica da inovação chinesa está menos focada em impressionar e mais em escalar soluções.
    Por Redação WHPPR12 de julho de 2025Leitura de 4 minutos
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    China em alta velocidade: o que o Espírito Santo pode aprender com um dos maiores polos de inovação do mundo
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    Por Isadora Eleutério, participante da cobertura jornalística do ESX 2025 realizada pelo WhitepaperDocs em parceria com o Sebrae/ES

    Na Arena Inovação do ESX 2025 – Innovation Experience Espírito Santo, a sócia da TALK INC e especialista em hubs globais de inovação, Carla Mayumi, conduziu a palestra “A China em alta velocidade: lições sobre inovação que vem do oriente”. A partir da experiência chinesa, Mayumi propõe uma reflexão: o que o Brasil e o Espírito Santo podem aprender com o país que lidera o avanço tecnológico global? 

    A China já é responsável por mais da metade dos veículos elétricos do mundo e possui mais patentes de inteligência artificial do que todos os outros países. Pela primeira vez na história, um país em desenvolvimento atinge o patamar de liderança tecnológica. “Quando se falava em tecnologia de ponta, pensávamos em países de primeiro mundo, mas a China conseguiu atingir o mesmo nível sendo um país em desenvolvimento”, afirma Mayumi.

    Para entender essa guinada, a palestrante cita momentos chave da história recente da China. Em 1978, após a reforma e abertura econômica, sob liderança de Deng Xiaoping, o país iniciou um processo de modernização e integração à economia global. A urbanização chegou em 1992, quando uma intensa migração rural-urbana preparou o terreno para a construção de megacidades. O último marco é a entrada da China na competição global em 2008. Com investimentos em infraestrutura e poder de consumo, nasceu o “sonho chinês”.

    Esse desenvolvimento foi possível a partir dos Planos Quinzenais, mecanismos de planejamento nacional que atuam como um sistema operacional da China. Já são 14 planos cumpridos, todos com metas de desenvolvimento tecnológico, social e econômico. 

    Inovação como política pública

    Para Mayumi, o que diferencia a China de outros países é a forma como trata a inovação: não como uma iniciativa isolada, mas como política pública que integra planejamento estatal e investimento em empresas privadas. A lógica da inovação chinesa está menos focada em impressionar e mais em escalar soluções. Enquanto o Ocidente valoriza o herói que cria do zero, a China aposta no coletivo e no aprimoramento contínuo.

    “A obsessão não está no produto, mas no processo”.

    Carla Mayumi, sócia da TALK INC e especialista em hubs globais de inovação

    Sete lições da inovação chinesa

    Mayumi organizou os aprendizados da experiência chinesa em sete lições que podem inspirar caminhos para o Brasil e para o Espírito Santo:

    1. De MVP para MVI: ao invés de criar apenas produtos viáveis minimamente, a China trabalha com o conceito de infraestruturas minimamente viáveis (MVI). A base vem antes.
    2. Pensamento coletivista: a inovação não é individualizada. Ela se estrutura em função das necessidades da população e da capacidade de escalar soluções.
    3. Processo acima do produto: o foco está em sistemas e escalabilidade, não em lançamentos pontuais.
    4. Inovação como adaptação: a cultura local valoriza o “copiar e melhorar”. O importante é adaptar ideias com eficiência ao mercado.
    5. Integração e ecossistemas: aplicativos como WeChat e Alipay são exemplos de superapps, que integram múltiplos serviços em um único ambiente. A unificação de dados gera ecossistemas fechados e otimizados.
    6. Tradição como força criativa: a cultura e a história chinesas são incorporadas à inovação. Um exemplo citado foi a coleção da Adidas para o Ano Novo Chinês, inspirada em trajes tradicionais, que se destacou no mercado de moda.
    7. A lente que molda o olhar: a forma como interpretamos o mundo direciona o que somos capazes de imaginar. Inovar exige novas formas de ver e pensar. 

    Para aplicar essas ideias no Brasil e no Espírito Santo, é preciso mais do que copiar modelos, é necessário adaptar estratégias com base na realidade local, integrando governo, setor privado e sociedade civil.

    Realizadores

    O ESX é uma realização do Sebrae/ES e da Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI), com correalização do Governo do Estado do Espírito Santo por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), e patrocínio da Vale.

    SERVIÇO

    ESX 2025 – Espírito Santo Innovation Experience

    Local: Praça do Papa, Vitória, ES

    Data: até 12 de julho, das 13h às 21h

    Entrada gratuitaProgramação completa e inscrições: esx.com.es/inscricao/

    China ESX 2025 Fapes Governo ES inovação MCI SebraeES Secti Vale
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