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    Etnoempreendedorismo fortalece tradição indígena e amplia oportunidades no Espírito Santo
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    Artesanato, turismo de experiência e projetos culturais são algumas das práticas que unem tradição e desenvolvimento sustentável entre povos indígenas capixabas. O movimento ganha apoio de iniciativas públicas e do Sebrae/ES, reforçando o papel da diversidade no empreendedorismo.
    Por Redação WHPPR21 de outubro de 2025Leitura de 4 minutos
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    O etnoempreendedorismo tem se consolidado como alternativa de desenvolvimento sustentável entre os povos indígenas do Espírito Santo. Na prática, a iniciativa alia geração de renda, autonomia e valorização da cultura ancestral. Em Aracruz, município que concentra mais da metade da população indígena do Estado, aldeias transformam saberes tradicionais em oportunidades de negócio, especialmente no artesanato e no turismo de experiência.

    Na Aldeia Boa Esperança, do povo Guarani, visitantes podem vivenciar aspectos da cultura indígena, conhecer a história da comunidade, participar de atividades tradicionais e degustar pratos típicos.

    O passeio inclui também a apresentação do artesanato, que hoje é a principal fonte de renda do grupo. Para a artesã e liderança indígena Ará Martins, a atividade abre caminhos para além da comercialização. “É uma forma de incentivar as pessoas a produzirem cada vez mais a sua arte sem precisar sair da aldeia, principalmente as mulheres, que enfrentam mais dificuldades no mercado de trabalho por conta da maternidade”, afirmou.

    Ará é também coordenadora do projeto Nhãdeva Ekuéry, que busca difundir a cultura dos povos originários para além da comunidade indígena. A iniciativa já alcançou grandes eventos, como a última edição do ESX – Innovation Experience Espírito Santo, realizada em julho, da qual participaram mais de 20 mil pessoas.

    “Foi muito importante ter aquele lugar de fala e poder mostrar um pouco sobre a nossa história e sobre como tudo funciona de fato. Por mais que hoje nós tenhamos mais espaço, ainda é muito difícil as pessoas respeitarem a nossa cultura. É do conhecimento que nasce o respeito”, reforçou Ará.

    População indígena no Espírito Santo

    Segundo estudo divulgado no início deste ano pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), o Espírito Santo abriga 16 localidades indígenas, das quais 13 (81,2%) estão em Terras Indígenas oficialmente demarcadas. A população total é de 14.410 pessoas, o que corresponde a 0,4% dos capixabas.

    Grande parte dos indígenas vive em Aracruz: 7.425 pessoas, distribuídas em 13 aldeias, o que representa 51,5% do total. As mulheres são maioria, com 51,1% da população indígena. A pesquisa também levantou informações sobre escolaridade, distribuição geográfica, etnias e participação política, compondo um panorama atualizado da realidade desses povos no Estado.

    Apoio institucional e inclusão

    Para fortalecer as comunidades indígenas no mercado de negócios, o Sebrae/ES tem desenvolvido ações voltadas ao empreendedorismo e à valorização cultural. Em parceria com a prefeitura de Aracruz, a instituição atua por meio da Sala do Empreendedor, que oferece palestras, capacitações e suporte técnico.

    Entre as iniciativas recentes, destacam-se uma palestra sobre empreendedorismo feminino para mulheres indígenas e o evento Empodera Mais, realizado no último ano na aldeia Caieiras Velha, em Aracruz. A escolha do local buscou valorizar a cultura indígena e aproximar o público das práticas e saberes ancestrais.

    As ações fazem parte do Programa Plural, lançado em 2024 pelo Sebrae/ES, que promove a inclusão de grupos historicamente minorizados no mercado de trabalho, como mulheres, pessoas negras, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, idosos e a comunidade LGBTQIAP+. A proposta é ampliar o empreendedorismo transformador, oferecendo conhecimento, autonomia e oportunidades a quem enfrenta barreiras estruturais.

    Saberes ancestrais, negócios do futuro

    O tema do empreendedorismo indígena também ganhou espaço no palco do ESX 2025 – Innovation Experience Espírito Santo. Na palestra “Empreendedorismo e povos originários: saberes ancestrais, negócios do futuro”, duas lideranças participaram do debate: a cacica Marcela Tupiniquim, da aldeia Pau Brasil, e a própria Ará Martins, do povo Guarani.

    O encontro promoveu a valorização das práticas tradicionais como estratégias de futuro. Ao apresentar o artesanato, a gastronomia e os modos de vida indígena como formas legítimas de geração de renda, o evento reforçou a necessidade de incluir os povos originários no cenário da inovação e do empreendedorismo capixaba.

    Com informações da Agência Sebrae de Notícias

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