WhitepaperDocs
    Facebook Instagram LinkedIn
    Instagram LinkedIn WhatsApp
    WhitepaperDocsWhitepaperDocs
    • Home
    • Inovação
    • Colaboração
    • Diversidade
    • Empreendedorismo
    • WhitePapers
    • Outros
      • Tendências
      • Novas
      • Artigos
      • Entrevistas
      • Editorial
      • Sobre Nós
      • ESX2025
    WhitepaperDocs
    Início » Metodologia ELI marca nova fase do Sebrae no apoio à inovação e ao desenvolvimento regional
    Entrevistas

    Metodologia ELI marca nova fase do Sebrae no apoio à inovação e ao desenvolvimento regional
    http://whitepaperdocs.com.br/wp-content/uploads/speaker/post-10282.mp3?cb=1761785884.mp3

    Poliana Dadalto, gestora estadual do ELI no Sebrae/ES, fala ao WhitepaperDocs sobre a nova metodologia Ecossistemas Locais de Inovação, que será aplicada a partir de 2026 e propõe uma atuação integrada e contínua para fortalecer a governança e a sustentabilidade dos territórios capixabas.
    Por Redação WHPPR29 de outubro de 2025Leitura de 6 minutos
    Facebook LinkedIn WhatsApp
    Integrantes do treinamento da metodologia ELI no Sebrae/ES
    Comp.
    Facebook LinkedIn WhatsApp

    O Espírito Santo tem avançado na consolidação de um ambiente cada vez mais propício à inovação, com iniciativas que conectam empreendedores, poder público, universidades e a sociedade civil em torno de estratégias para o desenvolvimento regional.

    Nesse contexto, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES) passa a adotar uma nova metodologia de atuação voltada à estruturação dos chamados Ecossistemas Locais de Inovação (ELI), ferramenta que busca fortalecer as dinâmicas territoriais e impulsionar o crescimento sustentável a partir das vocações de cada região.

    Como parte desse movimento, o Sebrae/ES promoveu, no início de outubro, um repasse da metodologia ELI, realizado no SebraeLab, em Vitória, com a participação de consultores credenciados e gestores das regionais da instituição.

    A capacitação foi conduzida por Raquel Minas, do Sebrae Nacional, e teve o objetivo de aprofundar o entendimento sobre o método, que permite identificar o nível de maturidade da inovação em cada território e orientar a implementação de ações para o fortalecimento dos ecossistemas locais.

    A iniciativa marca uma etapa preparatória para a aplicação do ELI no Espírito Santo, prevista para começar em 2026, e reforça o compromisso do Sebrae/ES em promover conhecimento e ferramentas que apoiem o desenvolvimento da inovação no Espírito Santo.

    Para detalhar o funcionamento da metodologia, seus diferenciais e as expectativas para os próximos anos, o WhitepaperDocs conversou com Poliana Dadalto, gestora estadual do ELI no Sebrae/ES, que explica como a instituição vem se antecipando às transformações do ecossistema capixaba e o que a nova metodologia representa para o futuro da inovação nos territórios.

    WhitepaperDocs — O Sebrae realizou nos dias 2 e 3 de outubro um repasse da metodologia ELI. Para começar, o que exatamente é essa metodologia e qual é o seu objetivo principal?

    Poliana Dadalto, gestora estadual do ELI no Sebrae/ES — A metodologia ELI, que significa Ecossistemas Locais de Inovação, é uma ferramenta estratégica desenvolvida pelo Sebrae com o objetivo de diagnosticar, planejar e fortalecer os ambientes de inovação nos territórios. Ela permite compreender como os diferentes atores — empresas, governos, universidades e sociedade civil — estão articulados em torno da inovação. A partir desse diagnóstico, conseguimos orientar ações mais eficazes para desenvolver um ecossistema que favoreça a criação de soluções inovadoras, o empreendedorismo e o crescimento sustentável das regiões.

    O que caracteriza um ecossistema local de inovação e por que essa abordagem é importante para o desenvolvimento regional?

    Um ecossistema local de inovação é caracterizado pela interação entre diferentes atores que contribuem, direta ou indiretamente, para a geração de inovação em um território. Estamos falando de empreendedores, startups, universidades, poder público, sociedade civil organizada, entre outros. Quando essas partes atuam de forma coordenada e estratégica, os resultados tendem a ser mais consistentes e duradouros. Essa abordagem é fundamental para o desenvolvimento regional porque respeita as vocações locais, potencializa os recursos já existentes e fortalece a governança, promovendo soluções que realmente atendem às necessidades do território.

    Na prática, como a metodologia ELI funciona? Quais são as etapas envolvidas no diagnóstico e no fortalecimento de um ecossistema local?

    A metodologia é estruturada em cinco etapas. A primeira é a mobilização e o engajamento dos atores locais, momento em que as lideranças do território são envolvidas no processo. Em seguida, ocorre o diagnóstico e o mapeamento do ecossistema, com base em entrevistas, oficinas e indicadores que permitem avaliar o estágio de maturidade do território.

    A terceira etapa é o planejamento estratégico, quando é elaborado um plano de ação participativo, com metas claras para o desenvolvimento da inovação local. Depois vem o acompanhamento e a implementação das ações, garantindo que as iniciativas saiam do papel com foco em resultados concretos. Por fim, há a avaliação e a melhoria contínua, para revisar e aprimorar o trabalho de forma permanente.

    Essa lógica permite personalizar as ações conforme as realidades locais e priorizar o que realmente fará diferença em cada região.

    Essa metodologia será aplicada a partir de 2026. O que muda, na prática, com a implementação do ELI nos territórios? E quais são esses territórios?

    Os territórios ainda estão sendo definidos com base em critérios técnicos e estratégicos, mas a ideia é contemplar diferentes regiões do Espírito Santo, respeitando as vocações locais e ampliando o alcance do desenvolvimento inovador para além das capitais e grandes centros. A expectativa é que a metodologia traga uma visão mais integrada e de longo prazo sobre o desenvolvimento local, com ações que fortaleçam a governança e a sustentabilidade dos ecossistemas de inovação.

    O Sebrae tem destacado que o ELI é uma ferramenta estratégica. O que torna essa metodologia diferente de outras iniciativas voltadas à inovação e ao desenvolvimento local?

    O diferencial do ELI está na sua abordagem sistêmica e no foco no território. Ele não é apenas um programa ou uma consultoria pontual: é um processo contínuo que envolve articulação, escuta ativa, construção de redes e empoderamento das lideranças locais. Essa perspectiva permite que o Sebrae e seus parceiros construam soluções sob medida para cada região, de forma colaborativa e sustentável.

    Sobre o encontro de repasse realizado nos dias 2 e 3 de outubro: quem participou e qual era o perfil dos convidados?

    O evento aconteceu no Sebraelab, em Vitória, e reuniu consultores credenciados e gestores das regionais do Sebrae/ES. A capacitação teve como facilitadora Raquel Minas, do Sebrae Nacional, e teve o objetivo de aprofundar o entendimento da metodologia, preparando as equipes para sua futura aplicação nos territórios.

    Como foi a dinâmica desse encontro e quais foram os principais aprendizados ou resultados observados ao longo das atividades?

    Durante os dois dias, os participantes puderam conhecer em detalhes as etapas do ELI, trocar experiências e discutir estratégias para a implementação da metodologia. O encontro reforçou o compromisso do Sebrae em promover conhecimento e ferramentas que apoiem o desenvolvimento da inovação no Espírito Santo, fortalecendo a atuação junto aos municípios e às lideranças locais.

    A metodologia ELI pretende, de alguma forma, integrar governo, empresas e universidades? Caso sim, quais os desafios para que essa articulação funcione na prática?

    Um dos principais propósitos do ELI é justamente promover a integração entre diferentes atores do ecossistema, como poder público, universidades e setor produtivo. Essa conexão é fundamental para que a inovação aconteça de forma estruturada e permanente, pois cada parte contribui com uma perspectiva e um tipo de recurso essencial para o desenvolvimento local.

    Por fim, quais são as expectativas em relação ao impacto dessa metodologia nos próximos anos e o que ela pode representar para o ecossistema capixaba?

    A expectativa é que a metodologia ELI ajude a consolidar um ambiente mais favorável à inovação, fortalecendo a governança e estimulando a criação de soluções locais. Ao integrar atores e planejar ações de forma participativa, o Sebrae busca impulsionar o desenvolvimento regional de maneira equilibrada, valorizando as vocações do Espírito Santo e ampliando oportunidades em todo o Estado.

    Ecossistemas Locais de Inovação ELI Empreendedorismo inovação SebraeES
    Compartilhar. Facebook LinkedIn WhatsApp
    Artigo anteriorInovação, negócios e futuro: Action Experience 2025 conecta quem cria com quem transforma tecnologia em resultados
    Próximo artigo Robótica 2025: estudantes do Ifes Campus Colatina conquistam campeonatos estaduais e nacionais

    Postagens relacionadas

    Como as empresas estão adotando a inteligência artificial no Brasil e no mundo
    http://whitepaperdocs.com.br/wp-content/uploads/speaker/post-10461.mp3?cb=1768242316.mp3

    9 de janeiro de 2026

    CEOs jovens redefinem o mercado ao unir tecnologia, velocidade e novos modelos de gestão
    http://whitepaperdocs.com.br/wp-content/uploads/speaker/post-10458.mp3?cb=1768242992.mp3

    7 de janeiro de 2026

    Como a China combina IA, inovação e impacto social e quais lições isso traz para o Brasil
    http://whitepaperdocs.com.br/wp-content/uploads/speaker/post-10451.mp3?cb=1768242388.mp3

    2 de janeiro de 2026
    Posts recentes
    • Giro da Inovação – Edição 14
    • Giro da Inovação – Edição 13
    • Giro da Inovação – Edição 12
    • Giro da Inovação – Edição 11
    • Giro da Inovação – Edição 10
    Tags
    aceleração ArcelorMittal Bandes Base 27 capacitação Diversidade Economia Criativa ecossistema de inovação edital EDP Em parceria com o Sebrae/ES EmpoderaDONAS Empreendedorismo ESG ESX ESX 2023 ESX 2025 ESX2025 Fapes Feira do Empreendedor Findes FindesLab Giro da Inovação Governo ES IA Ifes inovação investimento MCI networking ONU pesquisa Sebrae SebraeES Secti Seedes Senac-ES Startup Startup Experience ESX startups tecnologia TecVitória tendência Ufes Vale
    Sobre nós


    O Whitepaper Docs é um espaço para falar sobre inovação, colaboração e diversidade. Uma página em branco onde iremos abordar causas, efeitos e soluções, pensar e discutir esse momento que vivemos, que tem como principal característica a mudança.

    Bem-vindo ao Whitepaper Docs.

    --
    Política de Privacidade

    Navegação
    • Inovação
    • Colaboração
    • Diversidade
    • Empreendedorismo
    • Whitepapers
    • Tendências
    • Novas
    • Artigos
    • Entrevistas
    • Editorial
    Contato
    Rua Henrique Novaes, 88 - Ed. Chamboard, sala 605 - Centro, Vitória-ES | contato@whitepaperdocs.com | +55 27 98871 2224

    Assine a nossa newsletter!
    Instagram LinkedIn WhatsApp
    Copyright © 2026 WhitepaperDocs. Todos os direitos reservados.

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.