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    Soft-landing e internacionalização: como startups brasileiras estão avançando para novos mercados
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    Estratégias de entrada assistida no exterior ganham força no País. Novos estudos mostram como preparação, conhecimento de mercado e apoio institucional reduzem riscos e ampliam oportunidades globais.
    Por Redação WHPPR23 de dezembro de 2025Leitura de 4 minutos
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    A internacionalização das startups brasileiras avança em ritmo mais acelerado nos últimos anos. A combinação entre um mercado doméstico robusto, uma população de mais de 200 milhões de habitantes e a maturidade crescente do ecossistema de inovação criou um ambiente fértil para empresas que desejam olhar além das fronteiras. Ainda assim, o salto para o mercado global permanece desafiador, exigindo métodos, preparação e conhecimento especializado.

    Parte desse movimento aparece na obra “Ponte para o Mundo: uma jornada pelo ecossistema de internacionalização”, organizada por Alexandre Noronha, Daniel Leipnitz e Rodrigo Lóssio.

    Reunindo mais de 30 autores, o livro oferece visão completa sobre governança, exportação, comunicação internacional, expatriação corporativa e outros aspectos que moldam a entrada de empresas brasileiras em mercados globais. O conteúdo reflete um ponto central para especialistas: internacionalizar não é um ato isolado, mas uma estratégia contínua e multidimensional.

    Por que a internacionalização ganhou força

    Startups, por definição, precisam escalar, e isso muitas vezes significa acessar mercados maiores ou mais competitivos. O fenômeno é evidente em países menores como Israel e Singapura, conhecidos por desenvolver produtos global-first, mas já se tornou comum no Brasil. Mesmo com um mercado interno amplo, muitas startups operam em nichos altamente especializados, o que as leva naturalmente ao exterior.

    Esse movimento é reforçado por transformações no capital de risco brasileiro. Nas últimas duas décadas, houve avanço no volume de investimentos, no número de operações e no fortalecimento de centros de inovação.

    Ainda assim, períodos de retração, como o observado no venture capital global a partir de 2022, levaram muitas startups a buscar oportunidades internacionais não apenas para crescer, mas para acessar conhecimento técnico e conexões que só existem em ecossistemas estrangeiros.

    Essa tendência aparece em números: segundo a ApexBrasil, 71 startups brasileiras anunciaram abertura ou reabertura de operações internacionais em 2022, contra apenas 15 em 2021. Portugal, Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos se consolidaram como os principais destinos, com modelos que vão de escritórios físicos a hubs virtuais.

    No campo dos investimentos, relatórios da Distrito mostraram que 33% das rodadas em 2021 tiveram participação de investidores estrangeiros, mais que o dobro da taxa registrada no ano anterior, segundo a SlingHub.

    O papel do soft-landing na redução de riscos

    Com o crescimento do interesse pelo exterior, programas de soft-landing ganharam espaço no Brasil. Eles oferecem suporte jurídico, orientação regulatória, mentoria, acesso a redes e estrutura temporária para startups que querem testar mercados antes de uma entrada definitiva.

    Especialistas apontam que esse tipo de apoio reduz uma das maiores barreiras da internacionalização: compreender o ambiente local. Questões culturais, regulatórias e comerciais podem inviabilizar a operação quando mal avaliadas. Estudos internacionais, como os do Global Entrepreneurship Monitor e da OCDE, indicam que startups que entram em novos mercados com apoio institucional têm até 40% mais chance de consolidar operações no primeiro ano.

    O que define uma startup pronta para o mundo

    A literatura recente sobre empreendedorismo internacional, incluindo análises presentes no “Ponte para o Mundo”, mostra que a expansão global não depende apenas do estágio da empresa, mas também do perfil do fundador.

    Experiência internacional prévia, vivência profissional no exterior e domínio de idiomas ampliam a capacidade de identificar oportunidades e interpretar nuances de mercados estrangeiros.

    Além disso, a experiência internacional ajuda a formar redes de contato transfronteiriças, fundamentais para mobilizar recursos, encontrar parceiros e acessar clientes. Estudos citados na obra destacam que o conhecimento acumulado pelos fundadores se transforma no “reservatório de conhecimento” da startup, guiando escolhas estratégicas e definindo o grau de preparação para atuar fora do País.

    Outra característica observada é a capacidade de formar um time sólido. Startups que conseguem atrair talentos que acreditam na solução tendem a apresentar maior consistência ao dialogar com investidores e hubs internacionais. A escolha da rota de internacionalização, o tipo de modelo de negócios e a validação do produto também influenciam diretamente no sucesso da jornada.

    Startup
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