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    Cultura de Comunidade em coworkings: como preservar sua identidade e se beneficiar da troca?

    Júlia Caiado, CEO da Global Touch, reflete sobre o desafio de uma empresa manter sua cultura e identidade própria em ambientes colaborativos, sem deixar de aproveitar as oportunidades de troca de ideias e possíveis colaborações.
    Por Redação WHPPR25 de abril de 2024Leitura de 4 minutos
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    Júlia Caiado

    Pode parecer um desafio manter uma cultura própria, respeitando a sua identidade em ambientes colaborativos, no qual o intuito é a troca. Nos escritórios de coworking, este é o cenário presente no cotidiano das pessoas e empresas que nele habitam, e que, por outro lado, oferecem uma oportunidade única para as empresas também enriquecerem suas culturas organizacionais.

    Júlia Caiado é CEO da Global Touch (Divulgação)

    Como a cultura de comunidade nos coworkings pode se tornar uma força poderosa para as empresas que buscam preservar sua identidade e valores, ao mesmo tempo em que se beneficiam da troca de ideias e experiências, que podem inclusive se transformar em oportunidades de colaboração, com melhores resultados para todos os envolvidos?

    Coworking: mais do que espaço compartilhado

    Coworking é frequentemente associado à partilha de espaço físico, mas a verdadeira essência desses ambientes transcende a simples coabitação. Originado em 2005 por Brad Neuberg em São Francisco, o coworking nasceu do desejo de criar uma infraestrutura espacial e social que apoiasse uma comunidade de prática para freelancers, empreendedores e trabalhadores do conhecimento independentes.

    O conceito espalhou-se rapidamente, evoluindo para algo muito mais significativo: um ecossistema onde a colaboração e a comunidade são valores fundamentais!

    Cultivando culturas em ambientes compartilhados

    A cultura de uma empresa em um espaço de coworking é influenciada por duas dinâmicas principais: a manutenção da própria cultura organizacional e a integração na cultura mais ampla do ambiente e da sua ambiência. As empresas se beneficiam ao se envolverem ativamente em ambas as dinâmicas, aproveitando a oportunidade para reforçar os valores internos enquanto absorvem novas perspectivas e práticas colaborativas do ambiente ao redor.

    Preservação da cultura da empresa: Preservar a cultura da empresa em um coworking envolve práticas intencionais, como sessões regulares de alinhamento, atividades de team-building e a implementação de rituais que refletem os valores e missão da empresa. A comunicação aberta e a celebração das conquistas são fundamentais para manter o senso de identidade e propósito.

    Participação na cultura compartilhada: Integrar-se à cultura do coworking significa participar de eventos comunitários, workshops e atividades de networking. Essas interações não apenas promovem a troca de ideias e colaborações potenciais, mas também permitem que as empresas contribuam para a riqueza cultural do espaço, enriquecendo a experiência de todos os membros.

    Colaboração e Comunidade: pilares de inovação

    A literatura acadêmica e não acadêmica sobre coworking frequentemente aponta a comunidade como sua característica definidora. A comunidade em coworkings é vista como a ambiência que promove a socialização, o compartilhamento de conhecimento e a colaboração. As interações genuínas e as oportunidades de colaborar em projetos conjuntos criam um senso de pertencimento e um ambiente propício à inovação.

    Apesar de seu potencial, cultivar uma cultura de comunidade em coworkings não vem sem desafios. A definição e manutenção de uma comunidade coesa requerem um equilíbrio delicado entre oferecer liberdade individual e promover uma visão coletiva. Além disso, a colaboração efetiva entre membros de diferentes empresas e backgrounds exige o esforço consciente de um Líder da Comunidade (“community manager”), o guardião e elo visionário focado em potencializar as oportunidades de conexão e colaboração entre os membros da comunidade. É importante que a pessoa Líder da Comunidade esteja preparada para medir o impacto das conexões, entendendo também a importância de propagar a cultura de dados em comunidades. 

    Os coworkings oferecem uma oportunidade única para empresas de todos os tamanhos reforçarem e expandirem suas culturas organizacionais em um ambiente dinâmico e colaborativo. Ao abraçar tanto a manutenção da cultura interna quanto a integração na cultura dos ambientes compartilhados, as empresas podem navegar com sucesso nesses espaços, aproveitando o melhor de dois mundos: a preservação de sua identidade única e a participação em uma comunidade diversificada e inovadora, reforçando o senso de pertencimento dos seus respectivos membros. 

    Em última análise, é a comunhão dessas culturas – a cultura interna, a cultura compartilhada e a cultura de dados – o que enriquece a experiência dentro das comunidades, inclusive nos coworkings, tornando-a um catalisador para a inovação, crescimento e sucesso organizacional.

    Artigo de fonte: “‘Coworking Is About Community’”: But What Is ‘Community’ in Coworking?”.

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